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	<title>MPMV &#187; Notícias</title>
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	<description>Mais Proximidade Melhor Vida</description>
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		<title>Um Sonho Simples</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Nov 2013 11:49:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Salvado]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Um sonho simples, é certo. Para nós, irrisório, até. Mas para o Senhor Leonel, a concretização deste sonho simples foi tão importante e inesquecível que afectou muito positivamente quem a acompanhou de perto. Susana Rito, a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4>Um sonho simples, é certo. Para nós, irrisório, até. Mas para o Senhor Leonel, a concretização deste sonho simples foi tão importante e inesquecível que afectou muito positivamente quem a acompanhou de perto. <strong>Susana Rito</strong>, a gerontóloga do MPMV, partilha connosco a experiência do Senhor Leonel, e a sua, explicando porque é que o seu trabalho faz todo o sentido.</h4>
<p>por <strong>Susana Rito</strong></p>
<p>Antes da hora marcada já os parceiros do MPMV estavam em casa do Senhor Leonel prontos para o ajudar a concretizar o seu “sonho” – passear nas ruas da Baixa de Lisboa, as que espreita todos os dias da janela do seu quarto.</p>
<p>Leonel estava eufórico. Conta a sua mulher e companheira de todos os momentos que nem conseguiu dormir durante a noite. Após ter conseguido chegar ao rés-do-chão, Leonel experimentou pela primeira vez o elevador que liga o Castelo à Baixa e, já na Rua Augusta, passeou por entre turistas, vizinhos e desconhecidos com um enorme sorriso na cara. Leonel conseguiu vislumbrar o elevador de Santa Justa, parou no Rossio para um velho e “prazeroso” hábito, fumar. Depois conseguiu conhecer o novo mercado da Praça da Figueira, onde a sua mulher consegue as melhores frutas, e aceder ao magnífico miradouro do Chão do Loureiro, de onde conseguiu ver a sua casa e toda a vista da cidade de Lisboa. E, para terminar da melhor forma esta manhã, dois dedos de conversa no café, onde antes de contrair a doença que o impede de sair de casa ia diariamente, podendo rever amigos, que todos os dias consegue ver da varanda do seu andar, acenando-lhes agitadamente, pois até a voz também a doença levou.</p>
<p>Já em sua casa e questionado se gostaria de repetir, os seus olhos brilharam, dizendo um grande SIM.</p>
<p>É para estes momentos que o MPMV trabalha diariamente, no sentido de transformar um momento igual a tantos outros em recordações cheias de sentimentos e emoções.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ilustração de Fátima Branco (a quem muito agradecemos).</p>
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		<title>MPMV tem nova psicóloga</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Oct 2013 11:56:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Salvado]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Mais Proximidade, Melhor Vida assistiu, no último mês, a uma mudança na sua equipa técnica. A psicóloga Joana Barreiros deixou a equipa por motivos pessoais, que a obrigaram a deixar a capital, e, para [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Mais Proximidade, Melhor Vida assistiu, no último mês, a uma mudança na sua equipa técnica. A psicóloga Joana Barreiros deixou a equipa por motivos pessoais, que a obrigaram a deixar a capital, e, para o seu lugar entrou uma nova psicóloga, <strong>Maria João Xavier</strong>.</p>
<p>A primeira vez que Maria João ouviu falar do MPMV foi através de uma amiga que fora voluntária no Projecto. A curiosidade foi aguçada pelos relatos da amiga, e Maria João deu-lhe réplica ao pesquisar na internet toda a informação disponível sobre o MPMV, mantendo-se sempre atenta aos passos por ele dados. Portanto, seduzida não só pelo que o MPMV representa, que, nas suas palavras, é «um projecto super interessante, ambicioso, louvável, solidário e íntegro», mas igualmente pelo «pequeno mundo tão misterioso, o mundo dos idosos… numa das zonas mais mágicas de Lisboa», Maria João não hesitou quando a oportunidade surgiu. «A minha vocação para a área social é verdadeira e sentida de forma íntegra, pelo que este tipo de projectos é-me muito querido».</p>
<p>A formação de Maria João vem corroborar as suas palavras. Escolheu psicologia porque lhe interessava compreender o ser humano e o porquê do seu comportamento e processos mentais a ele associados, algo que considerava poder dotá-la do privilégio de crescer por «ganhar a capacidade de ver aquilo que só alguns vêem»; mas não só. Aliados a estas motivações encontram-se uma necessidade e vontade de ajudar o próximo e o gosto pela «força das palavras» e pelo diálogo.</p>
<p>O seu vínculo ao MPMV traz-lhe expectativas ambiciosas, mas sóbrias. Não só pretende aplicar o conhecimento adquirido tanto na teoria como na prática em prol dos utentes do MPMV, objectivando «estar presente na vida dos idosos que irei acompanhar, ajudá-los, acompanhá-los e ser vista como uma pessoa em quem possam confiar», Maria João quer aprender para que possa «ampliar a minha experiência profissional e sair também enriquecida a nível pessoal».</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>«Fui uma privilegiada»: a psicóloga Joana Barreiros fala da sua experiência no MPMV</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Oct 2013 11:17:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Salvado]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Após quase dois anos de vínculo ao Projecto Mais Proximidade, Melhor Vida (MPMV), a psicóloga Joana Barreiros (em cima ao lado de uma das idosas apoiadas pelo MPMV, Dona Clara) teve de mudar de cidade, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Após quase dois anos de vínculo ao Projecto Mais Proximidade, Melhor Vida (MPMV), a psicóloga <span style="color: #008080;"><strong>Joana Barreiros</strong></span> (em cima ao lado de uma das idosas apoiadas pelo MPMV, Dona Clara) teve de mudar de cidade, o que a obrigou a deixar a equipa e os seus utentes. Deixará muitas saudades na equipa e nos idosos, o que sabemos ser recíproco. Leva consigo uma experiência única que sintetiza no testemunho que partilhamos convosco.</p>
<h5><strong>Texto: </strong>Joana Barreiros</h5>
<p>Antes de trabalhar no MPMV, a Baixa, para mim, era um sítio de passeio. Ia à Baixa para ir às compras, a visitas de estudo e, mais tarde, quando vinha a pé da faculdade, passava por lá, mas sobretudo era um sítio que eu julgava ser essencialmente frequentado por turistas. Sabia, no entanto, que em tempos tinham vivido lá pessoas, mas nessa altura não imaginava que a Baixa ainda fosse vivida da forma que vim a conhecer.</p>
<p>A Baixa, que antigamente, para mim, era um sítio turístico ou de passeio, como disse, afinal tinha muito mais do que pessoas que não se conhecem e que passam por lá. Por de trás das fachadas daqueles prédios degradados e com acessos à rua complicados, há pessoas que se conhecem há vidas inteiras.</p>
<p>Maioritariamente são pessoas que trabalharam naquela zona, que se conhecem desde sempre, que conhecem os comerciantes, mas que apesar de tudo, foram ficando sós e isoladas. Esta Baixa lisboeta, por um lado, é como se fosse uma aldeia em que todos se conhecem, e conhecem muitos dos seus problemas e da sua vida; mas, por outro, não se ajudam e apoiam como nas aldeias (segundo estas pessoas). Na minha opinião isto acontece por, na sua maioria, estas pessoas terem sido acolhidas nesta Baixa que não era sua, onde impera, de certo modo, a cerimónia e o desejo de não se &#8220;meterem&#8221; na vida uns dos outros, mas também devido às suas próprias dificuldades.</p>
<p>Mas são estas pessoas que nos abrem a porta com um grande sorriso. Que nos contam a sua vida, as suas angústias e as suas maiores dificuldades, que partilham as histórias de outros tempos. De outros tempos muito difíceis, em que trabalhar era a &#8220;ordem&#8221; do dia, e cujo testemunho acaba por ser um exemplo para nós. Mas contam-nos, também, histórias de uma Baixa que não conhecemos, em que na Rua Augusta passavam carros ou um eléctrico aberto, tempos em que nos andares de baixo de suas casas havia fábricas, tempos em que estes prédios, hoje em dia vazios, tinham várias famílias a viver em cada andar, mais concretamente uma família por casa, sendo que uma casa, nos seus relatos, é o que hoje em dia chamamos de divisão.</p>
<p>Com estas pessoas aprendi muito. Sobre esta Lisboa de que tanto gosto, sobre estes tempos que tanto me fascinam, mas, sobretudo, sobre a vida. Sobre  as relações, sobre resiliência, sobre o trabalho e tirar proveito de coisas pequenas da vida, sobre a crise. Sinto que fui uma PRIVILEGIADA, por trabalhar para estas pessoas e com esta equipa.</p>
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		<title>Uma tarde diferente</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Oct 2013 11:43:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Salvado]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Sofia Dória é voluntária do Mais Proximidade, Melhor Vida (MPMV) e acompanha a Dona Fernanda todas as semanas. A Dona Fernanda é acompanhada pelo MPMV há cerca de dois anos. É vítima de artrite reumatóide [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Sofia Dória é voluntária do Mais Proximidade, Melhor Vida (MPMV) e acompanha a Dona Fernanda todas as semanas. A Dona Fernanda é acompanhada pelo MPMV há cerca de dois anos. É vítima de artrite reumatóide que lhe limita a mobilidade e, como consequência, a possibilidade de se deslocar ao exterior da sua casa. Certa vez, aquando de um tratamento no Centro de Alcoitãol, descobriu gosto na pintura. O MPMV, através do voluntariado, permitiu que a Dona Fernanda desenvolvesse diversos trabalhos, revelando grande talento, apesar da sua doença. Esta actividade começou com as voluntárias Anabela e Maria (<strong><span style="color: #008080;"><a title="ver artigo" href="https://www.facebook.com/notes/mais-proximidade-melhor-vida/as-pinturas-da-d-fernanda/459158904123133" target="_blank"><span style="color: #008080;">ver artigo</span></a></span></strong>), que reconheceram melhorias drásticas sobretudo na disposição emocional da Dona Fernanda. Sofia prosseguiu com a actividade iniciada por Anabela e Maria após responder a um anúncio de voluntariado do MPMV publicado no Facebook, permitindo conjugar a sua vontade em melhorar a vida de alguém com os seus conhecimentos de artes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_206" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-206" alt="Uma tarde diferente" src="http://localhost/wp-mpvp/wp-content/uploads/2013/10/D-Fernanda.jpg" width="600" height="450" /><p class="wp-caption-text">No sentido dos ponteiros do relógio: a voluntária Sofia Dória, a Dr.ª Mafalda Ferreira, assistente social do MPMV, e a Dona Fernanda no Museu de Arte Antiga.</p></div>
<div></div>
<p>No dia 24 de Setembro, a Dona Fernanda saíu de casa para um programa diferente das idas à fisioterapia e ao médico. Foi visitar o Museu de Arte Antiga, acompanhada pelas técnicas do MPMV e a sua companheira de pintura, a voluntária Sofia, que nos revela, em entrevista, a importância da pintura na vida da idosa.</p>
<div></div>
<p><strong>Como chegou ao MPMV como voluntária?</strong></p>
<p>Conheci o projecto pela sua fundadora, a Dr.ª Maria de Lourdes Miguel, que é madrinha da minha mãe. Vi no Facebook um pedido de voluntários que preferencialmente tivessem alguma formação em artes e enviei um e-mail.</p>
<div></div>
<p><strong>Que tipo de voluntariado realiza com a Dona Fernanda?</strong></p>
<p>Essencialmente pintamos, sobre tela ou sobre cartão, conforme. Ajudo-a na pintura, escolha do tema, cores, etc. Mas na verdade a pintura é uma forma de a Dona Fernanda poder descontrair, exercitar a precisão dos seus movimentos e &#8220;desbloquear&#8221; a parte emocional.</p>
<div></div>
<p><strong>Qual a importância desse tipo de voluntariado para a Dona Fernanda?</strong></p>
<p>Nota-se que é muito importante. Quando, por algum motivo, a visita não se vai realizar, a Dona Fernanda fica triste. De umas visitas para as outras, ela fica sempre ansiosa pela próxima semana, e por pegar nos pincéis e nas tintas de novo. Às vezes tenho a sensação que a pintura é o ponto alto da semana dela.</p>
<div></div>
<p><strong>Nota mudanças na Dona Fernanda desde que começou o voluntariado?</strong></p>
<p>Sim, principalmente na parte motora. Nota-se uma grande evolução na precisão do traço e dos movimentos. Em termos de pintura, a Dona Fernanda começou a perceber que alguns tipos de &#8220;traço&#8221; são mais indicados para ela do que outros, e que &#8220;temos de saber viver com o que temos e tirar o melhor proveito disso&#8221;. Pinturas de muito pormenor são impossíveis, mas pinturas mais impressionistas ficam excelentes! Esta filosofia anda lentamente a ganhar terreno noutros campos da vida da Dona Fernanda, principalmente na aceitação da sua condição física.</p>
<div></div>
<p><strong>Em que contexto surge a visita ao Museu de Arte Antiga?</strong></p>
<p>A Dona Fernanda só sai de casa quando é imperativo que assim seja. Por exemplo, para a fisioterapia ou para uma consulta. O sair de casa para passear era um sonho. No contexto do trabalho que temos vindo a fazer com a pintura, concordámos que seria interessante um passeio ao Museu de Arte Antiga, dado que seria sempre possível completar a visita com um passeio pelo jardim.</p>
<div></div>
<p><strong>Como reagiu a Dona Fernanda?</strong></p>
<p>Muito bem, estava muito emocionada com tudo aquilo. Acho que não poderíamos ter esperado melhor reacção!</p>
<div></div>
<p><strong>Quais as suas expectativas relativamente ao voluntariado no MPMV?</strong></p>
<p>Fazer-me crescer, saber ter paciência e respeitar o ritmo do outro; é isto que espero da minha experiência de voluntariado e que aos poucos se vai concretizando.</p>
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		<title>Sessão de Esclarecimento sobre o Voluntariado MPMV Bem-Sucedida</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Oct 2013 14:27:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Salvado]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[por Maria João Xavier, Psicóloga do MPMV No dia 26 de Setembro de 2013, o MPMV disponibilizou à população uma Sessão de Esclarecimento sobre o Voluntariado, cujo principal objectivo era encontrar voluntários disponíveis e dedicados para colaborar com [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>por <strong>Maria João Xavier</strong>, Psicóloga do MPMV</p>
<p>No dia <strong>26 de Setembro de 2013</strong>, o MPMV disponibilizou à população uma <strong>Sessão de Esclarecimento sobre o Voluntariado</strong>, cujo principal objectivo era encontrar voluntários disponíveis e dedicados para colaborar com o nosso projecto.</p>
<p>A sessão contou com a presença de 15 participantes que tiveram oportunidade de: 1) assistir à apresentação do projecto pelo Engenheiro Paulo Galiano Tavares; 2) visualizar um vídeo sobre a experiência de voluntários no MPMV; 3) compreender a história do projecto; 4) conhecer a nossa população alvo; 5) observar as nossas linhas de intervenção e 6) identificar aquilo que nos diferencia de outros projectos.</p>
<p>Para além desta componente mais teórica, o voluntariado foi um dos temas mais abordados durante a sessão. Os participantes tiveram oportunidade de partilhar as suas experiências, os seus medos e as suas expectativas. Houve também oportunidade de ouvir a experiência de um dos voluntários do projecto, Nuno Robim, que referiu ter “<i>conversas extremamente enriquecedoras com uma senhora muito agradável e culta</i>”, salientou a importância de “<i>dar início ao voluntariado com responsabilidade</i>” uma vez que “<i>as pessoas esperam ansiosamente por nós</i>”.</p>
<p>Por fim, o voluntário Nuno referiu “<i>eu noto que cresci</i>”, em jeito de conclusão de uma experiência que considera importante na sua vida pessoal. No seguimento desta exposição na primeira pessoa, foi dada oportunidade aos participantes de colocarem as suas dúvidas relativamente ao voluntariado. As principais dúvidas foram as seguintes: 1) apoiamos sempre o mesmo idoso?; 2) podemos ficar mais de 1h00 na visita e ir mais de uma vez por semana?; 3) podemos fazer passeios com os idosos?; 4) podemos limpar a casa deles e ajudar nas tarefas domésticas?. Todas estas questões foram respondidas pelas técnicas do projecto que, baseando-se na sua experiência, justificaram cada resposta.</p>
<p>Em suma, a Sessão de Esclarecimento sobre o Voluntariado foi concebida com êxito e o seu objectivo atingido com sucesso. Os participantes foram dinâmicos e activos, mostrando interesse para com o nosso projecto. Assim, sentimos que esta sessão foi uma mais valia e contribuiu para a transmissão de informação importante sobre o que é, na verdade, o voluntariado.</p>
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		<title>Voluntariado de Proximidade: Sessão de Formação dia 19 de Setembro</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Sep 2013 15:42:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Salvado]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Ana Marques (estagiária do MPMV no apoio à equipa técnica) No passado dia 19 de Setembro de 2013 realizou-se na Biblioteca do Centro Social Paroquial de São Nicolau uma acção de formação para os [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4>Por <strong>Ana Marques</strong> (estagiária do MPMV no apoio à equipa técnica)</h4>
<p>No passado dia <strong>19 de Setembro de 2013</strong> realizou-se na Biblioteca do Centro Social Paroquial de São Nicolau uma acção de formação para os voluntários do projecto intitulada “<strong>Envelhecimento activo em idosos com dependência</strong>”. Esta formação foi dada pela <strong>Doutora Ângela Valença</strong>, médica Neurologista no Hospital da Força Aérea.</p>
<p>Com o principal objectivo de alertar os 6 voluntários presentes no evento para alguns cuidados que devem ter com os utentes quando estão com eles, a doutora focou-se bastante na questão da estimulação dos idosos e dos doentes neurológicos. Para a Doutora Ângela, nos mais diversos momentos do seu dia-a-dia, devemos deixá-los ter alguma independência para executarem as suas tarefas, tais como comer e tomar banho, independentemente do facto de estas tarefas demorarem mais tempo a ser executada e de serem executadas com imperfeição. Só pelo facto de não sermos tão impacientes com eles, de os fazermos sentir úteis para nós, de nos sentarmos a ouvir as suas histórias e tentar aprender com as suas vivências e, acima de tudo, dar-lhes carinho e atenção, faz com que estes aproveitem melhor os seus últimos momentos de vida.</p>
<p>No fundo, os idosos são como as crianças embora estes últimos possuam mais experiência de vida. O idoso, “tal como a criança, precisa de estímulo e distracção (…) precisa de ter sol e luz (…) cor e movimento (…) paciência e imaginação”. Com mais ou menos tempo, com mais ou menos recursos, com mais ou menos experiência, devemos mostrar-lhes que eles são úteis para nós, que gostamos deles, independentemente das suas limitações, que os valorizamos como pessoas que (também) são.</p>
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